Al Gore saberia começar este texto de uma maneira melhor. Ele citaria mil e um motivos diferentes - todos com provas e demonstrações – das mudanças climáticas que o planeta tem sofrido. Aquecimento global, calotas de gelo derretendo, queimas de florestas... Não é à toa que ele recebeu em 2007 um Prêmio Nobel da Paz por seus esforços na disseminação sobre as mudanças climáticas provocadas pelo homem.
Enquanto alguns acreditam que um pouco mais de calor não fará diferença, muitos já decidiram “arregaçar as mangas” e tomar uma atitude. As indústrias passaram a mostrar sua preocupação começando a oferecer produtos que sejam sustentáveis. E esta lista não é pequena: carros elétricos, edifícios com “selo verde” (por terem sido construídos com base em critérios que visam da economia de energia a qualidade ambiental interna), maior uso de materiais reciclados, calefação por meio de painéis solares e por aí vai.
Ralf Kittman entrou na onda da vez de criar produtos sustentáveis e teve seu esforço reconhecido no IF Design Awards, premiação do International Forum Design, ao ganhar um prêmio pelo seu conceito de bicicleta elétrica, a HMK 561.
Além de originalidade no design, sua engenhoca, de fato, traz conceitos sustentáveis. A bicicleta é construída de fibra de carbono condutora, ou seja, além de ótimo condutor de eletricidade, funciona como um condensador capaz de armazenar energia. No protótipo de Kittman, a energia do quadro de fibra de carbono consegue transmitir força fazendo funcionar as luzes e o motor. A HMK 561 também tem um mecanismo que vira as rodas usando um contra-eixo, dispensando marchas e correntes. Essa energia é obtida por meio da conversão de energia mecânica em elétrica. Um jeito fácil de locomoção sem comprometer o meio ambiente.
Para saber mais detalhes sobre a bicicleta, entre em sua página.