Marcas como Balenciaga, Lanvin e Bottega Veneta chegarão ao Brasil em 2011. E, logo mais, YSL e Alfa Romeo.
Esse avanço deve ser seguido por uma série de marcas premium – que não são tão caras, mas têm seu glamour, como a Topshop.
Somadas às regionais, essas grifes podem ampliar em até 30% o mercado de luxo brasileiro em 2011.
Para as marcas de luxo, as perspectivas são muito positivas. Analistas do setor asseguram que além da demanda reprimida, a tendência de crescimento do consumo é grande nos próximos cinco anos.
“Estamos vivendo um momento crucial para esse segmento, que é um movimento de ocupação”, afirma Alejandro Pinedo, diretor geral da Interbrand Brasil, consultoria especializada em marcas. “Há dez anos, empresas como a Louis Vuitton e a Hermès teriam de fazer um estudo sobre o mercado brasileiro. Agora, não. O momento é oportuno, elas precisam se estabelecer aqui o mais rápido possível.”
Embora esteja longe do faturamento de Estados Unidos e Japão, o Brasil já começa a ter um peso considerável nos números do setor.
A estimativa é de que o país tenha fechado 2010 com algo próximo de US$ 9 bilhões. Em termos de crescimento, a passagem entre 2009 e 2010 representou um avanço entre 20% e 30%.